
Verdades da Vida
Otávio Augusto e Gabriel
Crítica social e desilusão em "Verdades da Vida"
"Verdades da Vida", de Otávio Augusto e Gabriel, faz uma crítica direta à hipocrisia e à corrupção moral presentes na sociedade. A letra destaca como a vida é passageira, usando versos como “É mais um ano da vida / Se desfaz como fumaça” para mostrar a fragilidade da existência. Ao mesmo tempo, aponta que, enquanto o tempo passa, os problemas éticos e morais só aumentam, tornando o ambiente cada vez mais difícil para quem tenta agir com honestidade.
A música também critica a religiosidade superficial, evidenciada em “Muita gente lembra em Deus / Só quando cai em desgraça”, sugerindo uma fé oportunista. Metáforas como “lobo perseguindo lobo, leão devorando a caça” ilustram a competitividade e a falta de escrúpulos nas relações humanas. Versos como “Tudo que se diz é falso / Tudo que faz é trapaça” e “Honesto não vai pra frente / Por mais esforço que faça” reforçam o pessimismo sobre a possibilidade de prosperidade para os justos em um mundo dominado pela malandragem.
No final, a música adota um tom realista e resignado, reconhecendo que “hoje quem anda direito / Come o pão que o diabo amassa”. Essa expressão popular resume a ideia de que a honestidade é penalizada em uma sociedade onde faltam verdade e respeito. "Verdades da Vida" se destaca por sua crítica social forte, usando imagens marcantes para retratar a desilusão com os rumos da humanidade e a dificuldade de manter valores éticos diante da decadência moral.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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