Princesa Negra
Oxum Pandá
Empoderamento e ancestralidade em “Princesa Negra” de Oxum Pandá
Em “Princesa Negra”, do grupo Oxum Pandá, a letra destaca o orgulho ancestral e a reapropriação do poder negro. O verso “Vim de Luanda, meu pai é Rei, eu sou Princesa Negra, minha palavra é lei” conecta a personagem à realeza africana e à força feminina, mostrando uma afirmação clara de identidade e dignidade. O contexto do Afoxé Oxum Pandá, conhecido por valorizar a cultura afro-brasileira, reforça que cada trecho da música celebra a herança africana e a espiritualidade dos orixás, especialmente Oxum, símbolo de beleza, altivez e feminilidade, como aparece em “Da mamãe Oxum, herdei altivez, sedução e beleza”.
A música cria um clima de celebração coletiva e liberdade, evidente no convite para dançar o afoxé e no comando “traz tapete vermelho que eu quero passar sem pedir licença”. Esse trecho representa a exigência de respeito e reconhecimento, colocando a mulher negra como protagonista de sua própria história. O refrão “Hoje o decreto diz, seja livre e feliz, minha palavra é lei” resume a mensagem de empoderamento, autonomia e alegria, transformando a canção em um manifesto de afirmação identitária e resistência cultural. A presença de instrumentos tradicionais, como tambor, atabaque e agogô, reforça a ligação com as raízes africanas e destaca a importância da coletividade e da celebração na busca por liberdade e felicidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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