
Castillos de arena
Pablo Alborán
A esperança e a reconstrução em "Castillos de arena"
Em "Castillos de arena", Pablo Alborán utiliza a imagem dos castelos de areia para ilustrar a fragilidade e a resiliência do amor diante das dificuldades. Ao comparar a relação a algo que pode ser destruído facilmente pelas ondas — como no verso “cuando el mar golpeaba las puertas” (quando o mar batia nas portas) —, o artista mostra que, mesmo diante de perdas e desafios, sempre existe a possibilidade de reconstrução. O videoclipe reforça essa ideia ao mostrar Alborán retornando a um cenário devastado e encontrando esperança ao confiar em um menino, simbolizando a renovação e a capacidade de reaprender a amar por meio de gestos simples e da confiança no outro.
A letra também aborda a dualidade entre o passageiro e o duradouro, como em “hemos visto quemarse los sueños y, de pronto, ver cómo renacen con solo un beso” (vimos os sonhos se queimarem e, de repente, renascerem com apenas um beijo). Alborán destaca que, mesmo quando os sonhos parecem perdidos, pequenos gestos de carinho podem reacendê-los. O trecho “nadie puede medir la distancia entre el cielo y el mar, sin embargo, veo desde mi orilla que se pueden tocar” (ninguém pode medir a distância entre o céu e o mar, mas, da minha margem, vejo que podem se tocar) sugere que, apesar das dificuldades parecerem intransponíveis, a esperança e o amor tornam possível superar limites. O refrão valoriza as memórias e a presença do outro, especialmente em momentos de solidão: “por la noche, quiero que me duerma cada recuerdo de tu risa y de tu compañía” (à noite, quero que cada lembrança do seu riso e da sua companhia me faça adormecer).
Por fim, a canção questiona os julgamentos externos sobre o amor e a dor, como em “¿qué sabrán los demás del dolor que se siente?” (o que os outros sabem sobre a dor que se sente?), defendendo que cada sentimento é único e não pode ser compreendido por terceiros. Ao afirmar que “el amor no es un papel con nuestros nombres” (o amor não é um papel com nossos nomes) e que “vivimos en medio, amando a tirones” (vivemos no meio, amando aos trancos), Alborán rejeita definições convencionais e celebra a autenticidade de um amor que persiste mesmo quando tudo parece ruir. A música transmite uma mensagem de esperança, reconstrução e valorização das lembranças e do afeto diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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