
Palmeras En La Nieve
Pablo Alborán
Reflexão sobre perda e memória em “Palmeras En La Nieve”
Em “Palmeras En La Nieve”, Pablo Alborán explora temas de perda, nostalgia e a passagem do tempo, inspirado pelo filme de mesmo nome. A imagem das “palmeras que lloran” (palmeiras que choram) é central na música, simbolizando não só a tristeza, mas também a impotência diante de acontecimentos que fogem ao controle. Esse sentimento é reforçado por versos como “Trozos de papel, se pierden en la mar” (Pedaços de papel se perdem no mar), que ilustram como memórias e momentos importantes podem desaparecer, levados pelas circunstâncias da vida.
A letra traz questionamentos existenciais, como em “Quién dirige el aire, quién rompe las hojas” (Quem dirige o vento, quem rasga as folhas), mostrando a busca do eu lírico por sentido em meio à incerteza e ao tempo que passa. O trecho “Navegaré el dolor, un barco sin timón” (Navegarei a dor, um barco sem leme) reforça a sensação de estar perdido, guiado apenas pelas lembranças de um passado inalcançável. A colaboração entre Pablo Alborán e Lucas Vidal foi pensada para aprofundar a atmosfera melancólica do filme, tornando a canção uma reflexão sensível sobre a inevitabilidade da perda e a dificuldade de encontrar respostas para as grandes questões da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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