
Quién
Pablo Alborán
Dor e solidão após o fim em “Quién” de Pablo Alborán
"Quién", de Pablo Alborán, retrata de forma direta a dor intensa de um amor não correspondido e como esse sofrimento pode dominar a vida de quem sente. O verso “una sola mirada te basta para matarme y mandarme al infierno” (“um único olhar seu basta para me matar e me mandar para o inferno”) mostra como até um gesto simples da pessoa amada é capaz de provocar angústia profunda. A música expõe o conflito entre o desejo de se afastar desse amor doloroso e o medo de ficar sozinho, evidenciado quando o narrador confessa: “Si te digo la verdad, no quiero verme solo” (“Se eu te disser a verdade, não quero me ver sozinho”).
A repetição da pergunta “¿Quién abrirá la puerta hoy para ver salir el Sol?” (“Quem vai abrir a porta hoje para ver o sol nascer?”) simboliza a esperança de encontrar alguém que traga luz e alegria de volta à vida do narrador, apesar das marcas do passado. Imagens como “manos temblorosas arañando el colchón” (“mãos trêmulas arranhando o colchão”) reforçam o impacto físico e emocional do término, sugerindo noites de insônia e ansiedade. O trecho “Te ha bastado una noche con otro para echarme la arena en los ojos” (“Bastou uma noite com outro para jogar areia nos meus olhos”) revela o sentimento de traição e a rapidez com que a outra pessoa seguiu em frente, aumentando a sensação de abandono. Assim, “Quién” constrói uma narrativa marcada por insegurança, solidão e a dificuldade de superar um relacionamento que deixou feridas profundas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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