Maria Bonita
Pagode da 27
A força feminina no cangaço em “Maria Bonita” do Pagode da 27
A música “Maria Bonita”, do Pagode da 27, destaca o papel fundamental de Maria Bonita no cangaço, indo além de uma simples homenagem. A letra faz referência direta a personagens históricos como Virgulino (Lampião), Curisco e a própria Maria Bonita, conectando o ouvinte à história real do cangaço nordestino e à cultura popular brasileira. O verso “Lampião tá lhe chamando / Não adianta se esconder” mostra não só a relação afetiva entre Maria Bonita e Lampião, mas também o convite para a luta e a vida fora da lei, onde Maria Bonita assume papel central, e não apenas de coadjuvante.
O trecho “Lá em Serra talhada tudo começou / Nas bandas de Pernambuco / Esse homem se criou” situa o nascimento do mito de Lampião e, consequentemente, de Maria Bonita, em uma região marcada por resistência e conflitos sociais. Expressões como “cangaceiro usa espingarda e facão” e “um bando de lampião” evocam o imaginário do cangaço, ressaltando a dureza, coragem e o respeito por essas figuras. Ao trazer essa narrativa para o samba, o Pagode da 27 aproxima a história do cangaço do cotidiano urbano, mostrando que temas como luta, paixão e resistência permanecem atuais e universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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