Chimarrita
Paixão Cortes e Barbosa Lessa
Tradição e identidade gaúcha em "Chimarrita"
A música "Chimarrita", de Paixão Cortes e Barbosa Lessa, ressalta o papel fundamental da dança tradicional como símbolo de identidade e resistência cultural no Rio Grande do Sul. O trecho “Chimarrita morreu ontem / Ontem mesmo se enterrou / Quem falar da Chimarrita / Leva o fim que ela levou” expressa uma preocupação com o esquecimento das tradições, ao mesmo tempo em que ironiza a ideia de que uma cultura pode ser facilmente "enterrada". Essa ironia reforça a importância de manter vivas as manifestações culturais por meio da música e da dança.
A letra também destaca a leveza e a habilidade necessárias para a dança, como em “Pra quem tem cavalo bom / Um galope não é nada”, associando a destreza do dançarino à figura do cavalo, símbolo do campo e da vida rural gaúcha. O clima acolhedor das festas regionais aparece em versos como “Deus lhe dê muito boa noite / Que ainda hoje não lhe dei” e “Me diga moça bonita / Onde é a sua morada”, que refletem a hospitalidade típica do povo gaúcho. Ao mencionar que a "Chimarrita" “vem de cima da serra / A pular de galho em galho / Até chegar na minha terra”, a canção evidencia a trajetória da dança desde suas origens açorianas até sua consolidação no Rio Grande do Sul, valorizando a transmissão cultural entre gerações. Assim, "Chimarrita" celebra a tradição e alerta para a necessidade de preservá-la diante das transformações do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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