
Gaúcho Velho
Paixão Côrtes
Tradição e saudade no cotidiano de “Gaúcho Velho”
A música “Gaúcho Velho”, de Paixão Côrtes, é um retrato sensível das tradições e valores do Rio Grande do Sul. O verso “esta saudade amarga mais que o chimarrão” usa um símbolo típico da cultura gaúcha para expressar uma nostalgia profunda, mostrando como elementos do cotidiano podem carregar significados emocionais intensos. A letra destaca objetos e costumes marcantes, como a bombacha, o cavalo alazão e o chimarrão, reforçando a identidade regional e o compromisso do autor com a preservação dessas tradições.
A narrativa acompanha a vida de um gaúcho antigo, incluindo o encontro com a “china” durante uma festa, termo regional para mulher, e o romance que surge desse momento. O trecho “Gaúcho velho como eu criado a broto / Que não se enrreda nas maneias do amor” revela a resistência inicial do personagem ao amor, mas também mostra que até os mais tradicionais podem se render à paixão. Ao final, a música celebra a conquista de uma vida simples e companheira, marcada pelo apego às raízes e à rotina rural, como o ritual do chimarrão ao entardecer. “Gaúcho Velho” sintetiza saudade, tradição e a valorização das pequenas alegrias do cotidiano, refletindo o legado de Paixão Côrtes no Movimento Tradicionalista Gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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