
Jacaré
Paixão Côrtes
Humor e folclore gaúcho em “Jacaré” de Paixão Côrtes
A música “Jacaré”, de Paixão Côrtes, utiliza o humor e a repetição para criar uma atmosfera descontraída, típica das rodas de conversa e festas do sul do Brasil. O verso “Não fui eu que roubei tua muié” aparece diversas vezes, funcionando como um refrão bem-humorado que aproxima o ouvinte e reforça o tom de brincadeira. Essa negação divertida é característica das músicas folclóricas gaúchas, onde o objetivo principal é entreter e criar cumplicidade entre quem canta e quem escuta.
O jacaré, personagem central da canção, é tratado de forma lúdica e caricata, seguindo a tradição do folclore brasileiro de contar histórias com animais. O trecho “Capivara, bicho feio Jacaré” mistura animais típicos do pampa, sugerindo uma rivalidade engraçada e reforçando o clima leve da música. Paixão Côrtes, reconhecido por valorizar a cultura regional, utiliza elementos do imaginário popular para construir uma narrativa simples, mas cheia de humor. Lançada em 1958, “Jacaré” reflete o espírito das festas gaúchas, onde a música serve para dançar, rir e socializar, celebrando o folclore e o bom humor do povo do sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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