Sofrendo No Escuro (part. Ayala & Julio Cesar)

Panda (Sertanejo)

Um quarto, um terço, joelho no chão
Três da madruga, terceira oração
Cuida dela, cuida dela, cuida dela
E a única coisa que esquente ela essa noite
Seja a coberta, ai, ai, ai

Depois do amém, aí que o choro vem
Eu não prego o olho, porque tô pregado na tela do celular
E é uma arrastação de dedo, atualiza a tela e nada dela postar
Onde é que ela tá?

Eu tô sofrendo no escuro
E na minha cabeça, ela com alguém no escuro
O meu travesseiro só levando murro
Ô raiva de mim, ter deixado assim
A mulher da minha vida
Ser a mulher de uma noite de um qualquer aí
E na minha cabeça, ela com alguém no escuro
O meu travesseiro só levando murro
Ô raiva de mim, ter deixado assim
A mulher da minha vida
Ser a mulher de uma noite de um qualquer por aí, e aí?

Depois do amém, aí que o choro vem
Eu não prego o olho, porque tô pregado na tela do celular
E é uma arrastação de dedo, atualiza a tela e nada dela postar
Onde é que ela tá?

Eu tô sofrendo no escuro
E na minha cabeça, ela com alguém no escuro
O meu travesseiro só levando murro
Ô raiva de mim, ter deixado assim
A mulher da minha vida
Ser a mulher de uma noite de um qualquer aí
E na minha cabeça, ela com alguém no escuro
O meu travesseiro só levando murro
Ô raiva de mim, ter deixado assim
A mulher da minha vida
Ser a mulher de uma noite de um qualquer por aí

Esse sou eu dando ouvido pras vozes da minha cabeça
Provando que a dúvida dói bem mais que a certeza
Ah, ah, ah, ah


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