
A Linha Tem Cerol
Pânico
Provocação e nonsense em “A Linha Tem Cerol” do Pânico
Em “A Linha Tem Cerol”, a banda Pânico utiliza a repetição da frase “A linha tem cerol!” como um alerta irônico sobre os perigos e a competição presentes nas relações do dia a dia. A metáfora das batalhas de pipa sugere confrontos interpessoais e sociais, mostrando que, assim como nas pipas, as interações humanas podem ser cortantes e arriscadas.
A letra mistura frases desconexas e personagens como “Adão”, “Tia Lucia” e “Beth”, além de situações absurdas como “Brinquei na bilonga dele” e “Melei num balde de rum”. Esse tom nonsense e irreverente é característico do Pânico, que sempre buscou desafiar convenções e provocar o público. O grupo aborda temas como sexualidade e identidade de forma escrachada, exemplificado em versos como “O gay mijou n´alguém / E lavou só na frente” e “Sou galinha... Tem cerol...”. Essas passagens funcionam tanto como piadas quanto como críticas a normas sociais e comportamentos marginalizados. A fragmentação da letra, cheia de trocadilhos e imagens surreais, reforça a postura experimental da banda, que prefere provocar reflexão e desconforto criativo a oferecer respostas fáceis. O nonsense, portanto, é uma ferramenta para questionar padrões e mostrar que toda convivência tem seu lado afiado, como uma linha com cerol.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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