
¡ OI RIO !
Papillon
Reflexões sobre autodescoberta e paternidade em “¡ OI RIO !”
Em “¡ OI RIO !”, Papillon explora sua vulnerabilidade ao admitir que não sabe se está deprimido, mesmo após uma fã apontar a tristeza presente em suas músicas. Esse início já revela a dificuldade de identificar e compreender sentimentos profundos, um tema recorrente na canção. O artista expõe o paradoxo de se sentir sozinho mesmo cercado de pessoas (“ainda me sinto só memo quando esgoto o recinto”) e de enxergar em si tanto força quanto autossabotagem (“olho ao espelho e ainda vejo metade do meu inimigo”).
O título e o refrão de “¡ OI RIO !” usam a imagem do rio como metáfora para a aceitação do fluxo da vida, sugerindo a importância de deixar passar dores e incertezas. Papillon escreveu a música em um momento de transição, ao descobrir que seria pai, o que aparece na letra ao expressar ansiedade e medo de repetir sofrimentos do passado com o filho (“Eu também deveria estar, mas só pensava: O que é que eu fiz?”). A canção se constrói como um processo de autodescoberta, em que o artista reconhece não ter todas as respostas, mas demonstra disposição para aprender com as experiências. O refrão “Ensina-me a deixar passar / Também quero passar a mar” resume o desejo de amadurecimento e superação, mostrando que, para Papillon, viver é aprender a fluir, mesmo sem saber o destino final.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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