
Auê
Paquitas
Liberdade e diversão coletiva em “Auê” das Paquitas
A música “Auê”, das Paquitas, vai além de um simples convite à festa. O verso “O auê é grito que se chama liberdade / O auê é festa se espalhando na cidade” mostra que a canção transforma a celebração em um símbolo de autonomia e expressão coletiva. O termo “auê”, repetido como refrão e grito de guerra, representa essa explosão de alegria e liberdade, reforçando a ideia de que dançar e se divertir são formas de afirmação pessoal e social, especialmente para o público jovem e feminino das Paquitas.
A letra também destaca a autoconfiança das intérpretes, que desafiam quem duvida de sua habilidade em estilos como funk e rap, que ganhavam força no Brasil dos anos 90. Trechos como “Quem foi que falou que eu não danço, mentiu” e “Quem foi que falou que o rap eu não sei / Vai ver se enganou, vai ver que pensa que é rei” mostram a versatilidade e atitude das Paquitas, conectando-se com a energia desses ritmos. Já o trecho “E pra quem não grita cala a boca já morreu / Ou a sua língua vai ver o bicho comeu” reforça o convite para todos participarem da festa, sugerindo que quem não entra no clima acaba ficando de fora da diversão. Assim, “Auê” celebra a liberdade de ser, de dançar e de se expressar, transformando o salão em um espaço de inclusão e alegria coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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