
Época de Épicos
Parteum
Reflexão social e protagonismo em "Época de Épicos"
Em "Época de Épicos", Parteum utiliza referências à mitologia e à literatura clássica, como "mudança de humor dos deuses do Olimpo" e "viagens fenomenais como contos de Júlio Verni", para transformar o cotidiano urbano em algo grandioso. Ao comparar as lutas atuais com as epopeias do passado, o artista sugere que cada pessoa pode ser protagonista de sua própria história, mesmo diante das dificuldades das periferias e das rápidas mudanças sociais no Brasil.
A letra destaca a importância de deixar um legado, como nos versos "marcando época no meu lote de tempo espaço" e "tudo que eu faço é pra ser clássico". Parteum critica padrões impostos e revoluções "pré-fabricadas", apontando para a manipulação midiática e a desigualdade social, especialmente quando diz: "revoluções préfabricadas, não são nada mais do que um produto vendável, enlatado, empurrado pelo www no seu rabo". Ao mesmo tempo, valoriza a autenticidade, a colaboração e a resistência, como em "um faz pelo outro e o outro faz pelo um", mostrando a força da coletividade diante das adversidades.
A participação de Kamau e Rick reforça a ideia de que experiências pessoais podem se tornar narrativas universais e inspiradoras. Metáforas como "a rima é como a cicatriz que te faz lembrar do tombo" evidenciam o aprendizado e a superação. Ao incentivar a pesquisa do passado para entender o presente, a música propõe o hip hop como ferramenta de expressão, resistência e transformação social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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