Cigana
Pastoril Giselly Andrade
A celebração da cultura nordestina em “Cigana”
A música “Cigana”, do Pastoril Giselly Andrade, destaca a figura da ciganinha como símbolo de alegria, liberdade e celebração no contexto do pastoril nordestino. O verso “Sou cigana, sou festeira / Bate o pandeiro que ele me chama pra dançar” mostra como a personagem está diretamente ligada ao clima animado das festas populares, trazendo energia e movimento para a apresentação. O convite para que a roda se abra e a ciganinha vá para o centro, “Varando pela madrugada, já to toda enfeitada”, ressalta a importância da dança e do figurino colorido, elementos marcantes do pastoril, além de sugerir a resistência e vitalidade dessas tradições culturais que atravessam gerações e noites de festa.
O refrão “Gira, cigana / Deixa a cigana girar / Gira, gira, gira ciganinha / No salão tu és rainha” reforça o papel central da ciganinha, que se destaca como uma figura quase mística, encantando e dominando o espaço da festa. O ato de girar, repetido várias vezes, faz referência tanto à dança circular típica do pastoril quanto à ideia de continuidade e renovação das tradições populares. A atmosfera festiva é intensificada pela repetição de expressões como “Oh lelê, oh lalá”, que contribuem para criar um clima leve e contagiante, celebrando a cultura nordestina e a força das mulheres presentes no pastoril.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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