
Vou Na Fé
Pateta Código 43
Transformação e esperança em "Vou Na Fé" de Pateta Código 43
Em "Vou Na Fé", Pateta Código 43 narra sua decisão de abandonar a "PT" (pistola) para "escrever poesia nas ruas de sp", mostrando uma mudança profunda em sua vida. A escolha de trocar a violência pela arte e pela fé é comparada a "plantar flor no deserto" e "tirar água de pedra", metáforas que destacam o desafio de buscar o impossível em um ambiente hostil como as favelas de São Paulo. Essa transformação não é apenas pessoal, mas também serve de exemplo para outros, mostrando que é possível resistir e prosperar mesmo diante das maiores dificuldades.
A letra aborda diretamente os problemas enfrentados na periferia, como a violência policial, o fascismo e a pandemia de COVID-19. Trechos como "pro pobre favelado o que sobra é polícia e tiro" e "enfrentar o fascismo e o corona vírus" evidenciam a realidade dura vivida por muitos. Mesmo nesse cenário, a fé em Cristo aparece como o principal suporte: "Eu nem estaria em pé se não fosse minha fé em Cristo!". O refrão reforça a importância de deixar as coisas fluírem e buscar apoio na comunidade, destacando a coletividade e a resiliência. Assim, "Vou Na Fé" se apresenta como um relato sincero sobre a luta diária na favela, mas também como um símbolo de esperança, onde a fé e a humildade são as maiores armas contra a opressão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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