
Talismã
Paulinho da Viola
O amor como proteção em "Talismã" de Paulinho da Viola
Em "Talismã", Paulinho da Viola subverte a ideia tradicional de buscar proteção em objetos místicos, como talismãs ou patuás. Logo no início, ele deixa claro que não precisa desses elementos porque encontrou segurança no amor correspondido: "Mas tenho fé / Pois agora quem eu quis / Também me quer". A letra nasceu do desejo de expressar a superação de um amor não correspondido, destacando a confiança e a serenidade que surgem quando o sentimento é finalmente recíproco.
A canção narra um passado de luta e frustração, quando o amor era unilateral e marcado pelo desprezo: "Por muito tempo / Eu batalhei o seu amor / Porém, você me desarmava / E só me dava o seu desdém". A transformação acontece quando o relacionamento se torna mútuo, e o próprio amor passa a ser o verdadeiro amuleto: "Meu amuleto é meu bem". Assim, Paulinho da Viola mostra que a verdadeira proteção e sorte vêm do amor conquistado, dispensando superstições ou rituais. A leveza da melodia e da letra reforça essa sensação de tranquilidade, celebrando a simplicidade e a confiança de um amor correspondido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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