
Timoneiro
Paulinho da Viola
Reflexão sobre destino e entrega em "Timoneiro"
Em "Timoneiro", Paulinho da Viola, em parceria com Hermínio Bello de Carvalho, aborda a aceitação da falta de controle sobre o próprio destino. O verso repetido “Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar” destaca a ideia de que a vida é guiada por forças maiores, e não apenas pela vontade individual. Essa metáfora do mar como condutor do destino é reforçada por trechos como “o leme da minha vida Deus é quem faz governar” e pelo ditado popular “o mar não tem cabelos que a gente possa agarrar”, mostrando que tentar controlar o incontrolável é inútil.
A letra utiliza termos ligados à navegação, como “timoneiro nunca fui” e “a rede do meu destino parece a de um pescador”, para aproximar a experiência humana da sabedoria popular e da humildade diante das circunstâncias. Mesmo com o esforço pessoal, expresso em “quanto mais remo mais rezo”, a canção sugere que é preciso confiar e se entregar ao fluxo da vida, aceitando que alegrias e dores são passageiras como as ondas do mar. A melodia tranquila e a interpretação sensível de Paulinho da Viola reforçam essa mensagem de serenidade, fazendo de "Timoneiro" um convite à reflexão sobre entrega e aceitação diante do que não se pode controlar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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