
Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida
Paulinho da Viola
Devoção à Portela em “Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida”
Em “Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida”, Paulinho da Viola transforma sua relação com a escola de samba Portela em uma poderosa metáfora de amor e renovação. O "amor" citado na música não se refere a uma pessoa, mas sim à própria Portela, que surge como uma paixão capaz de mudar a vida do narrador. Isso fica claro no trecho: “Quando alguém que não me lembro anunciou / Portela, Portela”, que marca o momento em que a escola entra em sua vida, trazendo alegria e sentido, especialmente durante o Carnaval, quando o desfile da Portela contagia a todos com sua energia.
A imagem do "rio" faz referência tanto ao nome da escola, ligada ao bairro de Oswaldo Cruz e ao rio homônimo, quanto ao fluxo de emoções e à sensação de renovação que a Portela proporciona. O verso “Não posso definir aquele azul / Não era do céu nem era do mar” destaca a cor da escola, reforçando o vínculo afetivo e a identidade visual marcante da Portela. O samba é descrito como “trazendo alvorada”, simbolizando um novo começo e esperança. A canção também carrega um tom de nostalgia e gratidão, refletindo o impacto profundo desse encontro. Composta após Paulinho da Viola homenagear a Mangueira, a música reafirma seu pertencimento e amor à Portela, tornando-se um verdadeiro hino de devoção à escola e à cultura do samba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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