
A fonte secou
Paulinho da Viola
Ruptura e amadurecimento em "A fonte secou" de Paulinho da Viola
Em "A fonte secou", Paulinho da Viola utiliza a metáfora da fonte de água para ilustrar o desgaste de um relacionamento marcado pelo egoísmo. O verso “Eu não sou água pra me tratares assim, só na hora da sede é que procuras por mim” evidencia que o eu lírico se sentia procurado apenas quando era conveniente para o outro, mostrando um amor unilateral e interesseiro. Essa imagem reforça o cansaço emocional e a decisão de não mais aceitar esse tipo de relação.
O refrão “a fonte secou, quero dizer que entre nós tudo acabou” representa o momento de ruptura definitiva. Já o trecho “teu egoísmo me libertou” indica que, apesar da dor do término, há um sentimento de alívio e liberdade para quem decide partir. A frase final, “mas os teus olhos nunca mais hão de secar”, sugere que o arrependimento e a tristeza agora recaem sobre quem perdeu esse amor. A interpretação serena e melancólica de Paulinho da Viola transforma a dor do fim em um processo de autovalorização e amadurecimento, mostrando que o encerramento de um ciclo pode abrir espaço para uma nova fase de liberdade emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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