
O Pai do Xucrismo
Paulinho Mocelin
Tradição e autenticidade em “O Pai do Xucrismo” de Paulinho Mocelin
"O Pai do Xucrismo", de Paulinho Mocelin, é uma declaração de orgulho pelas raízes gaúchas e sertanejas. A música destaca a identidade do artista como alguém que valoriza a autenticidade e a tradição, sem se prender a extremos. Isso fica claro em versos como “Nem grosso, nem fino / Nem humilde, nem metido”, mostrando que Mocelin busca equilíbrio e verdade em sua postura. O termo “xucrismo” é central na canção, representando rusticidade, simplicidade e fidelidade às origens. Ao se autodenominar “Pai do Xucrismo”, Mocelin se coloca como referência desse estilo de vida, defendendo o que é genuíno e tradicional.
A letra traz diversas referências à cultura gaúcha, como o “toque alegre, no estilão do Porca Véia”, homenageando um ícone da música tradicionalista do sul do Brasil. Expressões como “mamei em teta de égua” e “tenho sangue temperado” reforçam a ligação com o campo e a vida rústica, enquanto “a marca quente que forjou meu sobrenome / Num couro de lobisomem la na parede estaqueado” usa imagens fortes para transmitir bravura e ancestralidade. Mocelin também rejeita modismos e tendências de mercado, afirmando: “Eu não sou moda, nem tendência de mercado / Mas o povo tem gravado essas coisinhas que invento”. Assim, a música celebra a identidade regional, a autenticidade e o orgulho de manter as tradições vivas, sem se render ao que é passageiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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