
O Corpo
Paulinho Moska
Reflexão sobre identidade e liberdade em “O Corpo”
A música “O Corpo”, de Paulinho Moska, propõe uma reflexão sobre a relação do indivíduo com seu próprio corpo e a busca por autenticidade diante das imposições sociais. Logo no início, Moska utiliza a metáfora “meu corpo tem cinquenta braços que ninguém vê porque só uso dois olhos” para mostrar como as pessoas limitam suas próprias potencialidades devido à forma como percebem a si mesmas e ao que a sociedade espera delas. O corpo é descrito como “um grande grito que ninguém ouve”, sugerindo que existe uma verdade interior, uma essência, que muitas vezes é ignorada ou reprimida.
O contexto do álbum “Pensar é Fazer Música” e as falas do próprio Moska reforçam o caráter filosófico da canção, em que o corpo simboliza não só o físico, mas também a identidade e a liberdade de ser. Quando o artista afirma “meu corpo sabe que não é dele tudo aquilo que não pode tocar”, ele questiona valores e desejos impostos, defendendo a busca por aquilo que é realmente autêntico. O verso “meu corpo vai quebrar as formas, se libertar dos muros da prisão” deixa claro o tom de contestação, propondo a superação das normas e limitações sociais. Ao criticar a “educação” que moldou o corpo “do jeito que ficou”, Moska convida o ouvinte ao autoconhecimento e à libertação dos padrões que afastam cada um de sua verdadeira essência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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