
O Mundo
Paulinho Moska
Diversidade e crítica social em “O Mundo” de Paulinho Moska
Em “O Mundo”, Paulinho Moska utiliza comparações criativas e bem-humoradas, como “O mundo é uma salada russa” e “O mundo é uma esfiha de carne”, para mostrar a mistura de culturas, povos e nacionalidades que compõem o planeta. Ao citar diferentes grupos, como alemães, italianos, coreanos, japoneses, persas, prussianos e países africanos como Zâmbia e Zaire, Moska destaca a riqueza da diversidade humana e a convivência entre diferentes origens.
A música vai além da celebração da diversidade ao abordar questões sociais e políticas. Trechos como “O mundo tá muito gripado” e “O mundo tá muito doente / O homem que mata, o homem que mente” apontam para problemas enfrentados pela humanidade, como violência e desonestidade, mesmo em meio à pluralidade cultural. A repetição de “Todos somos filhos de Deus” e suas variações em inglês e português reforçam a ideia de unidade e igualdade, apesar das diferenças linguísticas. Moska sugere que, embora não falemos as mesmas línguas, as barreiras culturais não deveriam impedir o respeito e a empatia entre as pessoas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Paulinho Moska e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: