
Mordaça
Paulo César Pinheiro
Resistência e esperança em "Mordaça" de Paulo César Pinheiro
A música "Mordaça", de Paulo César Pinheiro, aborda como a felicidade pode funcionar como uma forma de resistência silenciosa diante de dores profundas e históricas. O verso “E a felicidade amordace essa dor secular” traz uma metáfora clara: a felicidade não apaga a dor, mas a "amordaça", impedindo que ela controle a vida. Esse conceito se conecta ao contexto da década de 1970 no Brasil, marcada por repressão política e censura, sugerindo que a canção também é um convite à preservação da emoção e da esperança mesmo em tempos difíceis.
A letra fala sobre perdas, desilusões e a instabilidade das relações, como nos versos “Tudo o que mais nos uniu separou” e “Tudo que se construiu desabou”. Apesar disso, a música não se rende ao pessimismo. Ela propõe que, mesmo diante das adversidades, é possível encontrar força interior e resistir ao que parece inevitável. O refrão reforça a importância de manter viva a emoção, pois é ela que torna o coração "insuperável" e capaz de "imortalizar" a vida. Assim, "Mordaça" se destaca como um hino à resiliência, valorizando a capacidade de transformar sofrimento em força vital.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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