
Prisioneiro Zé
Paulo Costa
Solidão e injustiça em "Prisioneiro Zé" de Paulo Costa
Em "Prisioneiro Zé", Paulo Costa retrata a experiência de um homem encarcerado, destacando o peso do tempo e a solidão da prisão. A repetição do verso “Estava preso no xadrez / Quando ouvi a notícia / Que a minha sentença / Era um ano e seis meses” reforça a sensação de monotonia e a fixação do personagem nesse momento decisivo. O tom melancólico se aprofunda quando ele fala da saudade da mulher amada, a "pretinha", que o visita aos domingos. O gesto de “botar a boquinha na grade / Para me beijar” simboliza tanto o carinho quanto a distância imposta pela prisão, evidenciando o isolamento e a carência afetiva do protagonista.
A canção também aborda o sentimento de injustiça, especialmente no trecho “Como é doloroso / Sentar no banco dos réus / Sem ser criminoso”, sugerindo que o personagem se vê como vítima de uma condenação injusta. O verso final, “Prisioneiro Zé é você / Acorda que a navalha vem te ver”, faz referência à rotina ameaçadora do cárcere, marcada pelo medo e pela violência. Assim, a letra constrói uma narrativa direta sobre a dor de ser privado da liberdade, o sofrimento de quem se sente inocente e o impacto emocional do afastamento de quem se ama.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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