
Lisboa Menina e Moça
Paulo de Carvalho
Lisboa Menina e Moça: Lisboa como mulher e símbolo afetivo
"Lisboa Menina e Moça", de Paulo de Carvalho, destaca-se por personificar Lisboa como uma mulher jovem, sedutora e multifacetada. A letra transforma a cidade em uma figura feminina que oscila entre a inocência e a maturidade, refletindo a complexidade e o encanto que Lisboa desperta em seus moradores e admiradores. Essa representação afetiva foi tão marcante que a música se tornou o hino oficial da cidade, mostrando o quanto os lisboetas se identificam com essa imagem nostálgica e carinhosa.
A canção utiliza imagens sensoriais para criar uma relação íntima entre o narrador e Lisboa. Trechos como “No castelo, ponho um cotovelo / Em Alfama, descanso o olhar” e “À ribeira encosto a cabeça / A almofada, na cama do Tejo” mostram bairros históricos como partes do corpo da cidade-mulher, transmitindo aconchego e familiaridade. A sensualidade aparece em versos como “seios são as colinas”, enquanto a cultura popular é lembrada em “varina, pregão que me traz à porta, ternura”, referência à tradicional vendedora de peixe lisboeta. O verso “Cidade por minhas mãos despida” sugere intimidade e entrega, reforçando o tom apaixonado da música. Assim, "Lisboa Menina e Moça" celebra Lisboa como um amor eterno, misturando saudade, orgulho e devoção em uma homenagem atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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