
Vou-Me Embora Pra Pasárgada
Paulo Diniz
Fuga e liberdade em “Vou-Me Embora Pra Pasárgada” de Paulo Diniz
A canção “Vou-Me Embora Pra Pasárgada”, interpretada por Paulo Diniz, transforma o famoso poema de Manuel Bandeira em um retrato claro do desejo de escapar da realidade. Pasárgada, que era uma cidade histórica da Pérsia, ganha um novo significado como um lugar imaginário onde todas as frustrações e limitações desaparecem. O verso repetido “Lá sou amigo do rei” destaca a busca por autonomia e poder, em contraste direto com o sentimento de infelicidade presente em “Aqui eu não sou feliz”.
A letra apresenta Pasárgada como um espaço de liberdade total, onde o eu lírico pode escolher seus amores (“Lá tenho a mulher que quero / Na cama que escolherei”) e viver experiências prazerosas e infantis, como “subirei em pau-de-sebo” e “tomarei banhos de mar”. O tom de escapismo se aprofunda quando a música sugere que até as dores mais profundas podem ser aliviadas nesse refúgio, como nos versos “E quando eu estiver mais triste / Mais triste de não ter jeito / Quando de noite me der / Vontade de me matar”. Assim, Pasárgada se torna uma resposta à angústia e à solidão, mostrando que a imaginação pode criar espaços de felicidade e liberdade que, embora inalcançáveis, são intensamente desejados diante das dificuldades do mundo real.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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