Caatinga
Paulo Soares e a Terceira Cidade
A valorização da natureza nordestina em “Caatinga”
A música “Caatinga”, de Paulo Soares e a Terceira Cidade, destaca a riqueza e a resistência do bioma nordestino, muitas vezes visto apenas como um lugar árido. Ao citar plantas como jenipapo, mulungu, quipá facheiro e mandacaru, a letra mostra a diversidade e a capacidade de adaptação da flora local ao clima seco. A presença de animais como onça preta, tatu, tamanduá, calango, jararaca e várias aves reforça que, mesmo em condições difíceis, a caatinga abriga uma biodiversidade surpreendente, frequentemente ignorada pelo senso comum.
Os versos repetidos “Jenipapo Mulungú / Mata, seca, céu azul” e “Mata verde, céu azul” ressaltam a dualidade do bioma: apesar da seca, há vida e cor para quem observa com atenção. A menção a aves como juriti, currupião, rolinha, andorinha, seriema, bem-te-vi e beija-flor, especialmente em “Lá detrás da serra / Bem-te-vi e beija-flor”, traz uma sensação de movimento, liberdade e esperança, conectando a natureza ao cotidiano das pessoas da região. O contexto do álbum “Replantio” e o retorno de Paulo Soares às suas origens piauienses reforçam o sentimento de pertencimento e celebração, transformando a música em um convite para valorizar e reconhecer a riqueza do bioma caatinga.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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