
Mão da Noite
Peão Carreiro e Zé Paulo
Dor e superação no fim do amor em “Mão da Noite”
Em “Mão da Noite”, Peão Carreiro e Zé Paulo abordam a dor da perda amorosa usando imagens marcantes. O verso “a mão da noite apanhou minha flor” mostra como o fim do relacionamento é sentido como algo inevitável e doloroso, quase como se uma força externa tivesse tirado a felicidade do narrador. A escolha da palavra “flor” para representar a pessoa amada reforça a ideia de delicadeza e valor, enquanto a “noite” simboliza o término, a escuridão e o esquecimento. Esse tipo de expressão direta da mágoa é típico da música sertaneja tradicional, estilo no qual a dupla se destacou.
A letra mostra o narrador tentando superar a dor ao romper com o passado. Ele destrói “retratos antigos” e se desfaz de objetos ligados à relação, como o “vestido branco”, que além de ser uma lembrança física, representa o início do sofrimento e a quebra de promessas. O refrão “Vai saudade vai, desocupe o meu coração” deixa claro o desejo de se libertar da tristeza e do apego. Mesmo assim, o narrador demonstra maturidade ao não desejar o mal à ex-amada, reconhecendo que quem age sem pensar pode sofrer as consequências, como no verso “Pois muito padece quem não tem cabeça e nunca se encontra com a felicidade”. Assim, “Mão da Noite” retrata o processo de lidar com a traição, a saudade e a busca por seguir em frente, mantendo a dignidade e buscando paz interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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