
Blood
Pearl Jam
Crítica à mídia e exposição em "Blood" do Pearl Jam
"Blood", do Pearl Jam, é uma crítica direta à mídia musical, especialmente às revistas como "Spin", "Rolling Stone" e "Circus". Logo no início, a banda faz referência a esses veículos com o verso “Spin me round, roll me over, fuckin' circus” (Me faça girar, me vire, maldito circo), denunciando como a imprensa distorcia e manipulava sua imagem para vender mais exemplares. Outros trechos, como “stab it down, one way needle, pulled so slowly” (esfaqueie, agulha de um lado só, puxada tão devagar) e “drains and spills, soaks the pages, fills their sponges” (drena e derrama, encharca as páginas, enche suas esponjas), reforçam a ideia de que a mídia não apenas relata, mas consome a energia vital dos artistas, transformando suas experiências em conteúdo para o público.
A repetição intensa de “It's my blood” (É o meu sangue) funciona como um protesto, deixando claro que o que está sendo explorado é algo profundamente pessoal. O verso “Paint Ed big / Turn Ed into / One of his enemies” (Pinte Ed grande / Transforme Ed em / Um dos seus inimigos) faz referência direta ao vocalista Eddie Vedder, mostrando como a mídia pode distorcer a imagem de alguém a ponto de transformá-lo em algo que ele mesmo rejeita. O tom agressivo da música, tanto na letra quanto na sonoridade, expressa a frustração e o cansaço diante do escrutínio constante, tornando "Blood" um desabafo contra a exploração midiática e a perda de controle sobre a própria história.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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