
Vinte Grãos de Areia
Pecaos
Reflexões sobre tempo e autoconhecimento em “Vinte Grãos de Areia”
Em “Vinte Grãos de Areia”, Pecaos constrói uma reflexão sobre as fragilidades e forças humanas, destacando como nossas virtudes podem ser também nossos pontos vulneráveis. A frase “nossa dádiva é o tendão de Aquiles” mostra que aquilo que nos fortalece pode, ao mesmo tempo, nos expor. O artista utiliza o xadrez como metáfora para a igualdade e a efemeridade da vida: “A rainha e o peão surgiram da mesma caixa / E perdem se o rei leva xeque-mate”. Aqui, Pecaos sugere que, independentemente do papel social, todos estão sujeitos às mesmas regras e ao mesmo fim, reforçando a ideia de que ninguém está acima das limitações impostas pelo tempo e pelo destino.
A letra também explora a passagem do tempo e a busca por sentido. A ampulheta e os “vinte grãos de areia” representam a consciência do tempo que resta e a necessidade de seguir em frente. Versos como “o homem inventou o tempo / Pra prender o passarinho no ninho” questionam as restrições criadas pela sociedade e pela percepção humana. Pecaos aborda ainda a dualidade entre luz e sombra, inspiração e ação, mostrando que o autoconhecimento e a resiliência são fundamentais para enfrentar momentos difíceis. Ao final, o artista propõe uma autorreflexão: “Então antes de tocar os outros, se toque”, indicando que a transformação pessoal é essencial para qualquer mudança significativa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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