
Pouca Idade
Pedrin
Juventude e resistência nas periferias em “Pouca Idade”
A música “Pouca Idade”, de Pedrin, aborda de forma direta o contraste entre juventude e sobrevivência nas periferias. Logo no início, Pedrin critica a atuação das forças de segurança com versos como “Quem era pra me proteger só me traz desconforto” e “Servindo e protegendo privilegiado / Vigia e controla os da gente”. Essas frases deixam claro que a crítica é voltada para a brutalidade policial e a desigualdade social, mostrando como a polícia, em vez de proteger, acaba oprimindo os moradores das comunidades e servindo aos interesses dos mais ricos.
A letra também expõe a realidade dos jovens que crescem em meio à violência, ao uso de drogas e à busca por respeito. Quando Pedrin diz “Eu não mudei, eu fui mudado”, ele revela como o ambiente influencia suas escolhas e atitudes. O refrão, repetido como um mantra, reforça a ideia de que, apesar da pouca idade, ele tem força para proteger os seus e enfrentar o preconceito. Versos como “Crime e putaria no mesmo lugar / Faço dinheiro e as minha vontade” misturam ostentação, sobrevivência e desejo de liberdade, enquanto “Faço invejoso querer me julgar” aponta para o julgamento externo que jovens de periferia enfrentam. Com produção de Jess Beats, a música traz um tom de desafio e orgulho, mostrando que Pedrin valoriza quem está ao seu lado e mantém a firmeza diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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