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Bolsillos

Pedro Guerra

Letra

Bolsos

Bolsillos

Nos bolsos levo o mar cercando o mundo,En los bolsillos llevo el mar cercando el mundo,
como um cristal salgado que sempre tem que olhar.como un cristal salado que siempre hay que mirar.
E lá em cima as montanhas cortadas contra o céu,Y arriba las montañas cortadas contra el cielo,
como um perfil de sombras contra a solidão.como un perfil de sombras contra la soledad.

E enchem meus bolsos de canções que não canto,Y llenan mis bolsillos canciones que no canto,
a alma daquela gente morena como o sol,el alma de esa gente morena como el sol,
e barcos na noite, fugas e lanternas,y barcos en la noche, huidas y linternas,
a tinta desbotada de uma carta de amor.la tinta desteñida de una carta de amor.

Nada no fim me pertence,Nada al fin me pertenece,
mas viajam sempre aqui,pero viajan siempre ahí,
como luzes de um passadocomo luces de un pasado
em que não estive.en que no fui.
Nada no fim me pertence,Nada al fin me pertenece,
mas viajam sempre aqui,pero viajan siempre ahí,
como sombras de um passadocomo sombras de un pasado
em que não estive.en que no fui.

Nos bolsos levo fantasmas do meu avô,En los bolsillos llevo fantasmas de mi abuelo,
Dez fotos de cinquenta e uma guerra civil.Diez fotos del cincuenta y una guerra civil.
Som de tambores. O barro e os espelhosSonido de tambores. El barro y los espejos
onde se refletiram os rostos que não vi.donde se contemplaron los rostros que no vi.

E enchem meus bolsos de promessas de um futuroY llenan mis bolsillos promesas de un futuro
nascido de um passado carregado de dor,nacido de un pasado cargado de dolor
mulheres contra o chão, infância diante de Cristo,mujeres contra el suelo, infancia frente a Cristo,
idiomas e bandeiras, a ira e o amor.idiomas y banderas, la ira y el amor.

Nada no fim me pertence,Nada al fin me pertenece,
mas viajam sempre aqui,pero viajan siempre ahí,
como luzes de um passadocomo luces de un pasado
em que não estive.en que no fui.
Nada no fim me pertence,Nada al fin me pertenece,
mas viajam sempre aqui,pero viajan siempre ahí,
como sombras de um passadocomo sombras de un pasado
em que não estive.en que no fui.


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