Exibições da letra 13

Valsa do Apocalipse

Pedro Iaco

Letra

    Sou tempestade invisível
    Cheguei sorrateira
    E tudo mudou

    Silêncio, pai da distância
    Lhes dei o beijo de Eros
    E o céu se deitou

    Nem vivo ou morto
    O bastante
    O inferno reclama
    O sangue do salvador

    E nada será como antes
    Um filho em comum a nós dois
    Infinitos instantes

    E o que quer que aconteça
    O conde e a condessa
    Se elevaram no terreiro


    Se desgrude do mundo
    Meu sonho profundo
    No fundo do mar

    Volta o relógio biológico ao alto-lugar

    Composição: Pedro Iaco, Emilio Terron. Essa informação está errada? Nos avise.

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