
Máquina De Escrever
Pedro Luís & A Parede
A permanência da arte em "Máquina De Escrever"
Em "Máquina De Escrever", Pedro Luís & A Parede usam a metáfora do coração como uma máquina de escrever para mostrar como sentimentos se transformam em palavras e permanecem, mesmo depois que as paixões acabam. A letra destaca que "as paixões passam, as canções ficam, os poemas respiram nas prisões", indicando que a arte criada a partir das emoções sobrevive ao próprio sentimento, ganhando vida própria e resistindo ao tempo. A referência à "era de Guttemberg" reforça a ideia de que registrar emoções, assim como a invenção da imprensa, deixa marcas duradouras na história e na memória das pessoas.
O verso "No papel da solidão" mostra como a escrita pode ser um refúgio para quem sente, transformando a solidão em criação. Quando a letra diz "Meu coração já era quando ainda não era a palavra emoção", sugere que a capacidade de sentir e expressar é algo essencialmente humano, anterior até mesmo à definição do que é emoção. Por fim, a frase "É só você bater pra entrar na minha história" brinca com o duplo sentido do verbo "bater" — tanto o bater do coração quanto o ato de digitar na máquina —, convidando o outro a participar desse universo íntimo e criativo. Assim, a canção celebra a permanência da arte e da palavra como registros vivos das experiências humanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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