
Esquina do Continente
Pedro Mendes
Paisagem e identidade em “Esquina do Continente” de Pedro Mendes
A música “Esquina do Continente”, de Pedro Mendes, transforma a geografia do Rio Grande do Norte em símbolo de identidade e pertencimento. Ao mencionar lugares como Praia do Forte, Farol de Mãe Luíza, Rio Potengi, Praia de Touros e Genipabu, o artista vai além da simples descrição de paisagens. Ele constrói um retrato afetivo que une memórias, cultura e natureza, mostrando como esses cenários fazem parte da vida e do imaginário local. O verso “O rio é tão grande é norte estrela dos magos” faz referência ao Rio Potengi, importante para a história de Natal, e à tradição dos Reis Magos, reforçando a ligação entre o local e as crenças populares da região.
A frase “uma esquina, uma fronteira no mar” resume o sentimento de estar em um ponto de encontro entre terra e oceano, sugerindo que o Rio Grande do Norte é, de fato, a “esquina do continente” brasileiro. Essa ideia destaca o estado como um lugar de mistura, onde elementos naturais e culturais se encontram, seja nas paisagens, seja nas festas e tradições, como no trecho “lual arrasta uma festa marinha”. O tom nostálgico e contemplativo da letra valoriza momentos simples do cotidiano, como o uso da “redinha” ao pôr do sol, e celebra a riqueza natural e cultural da região, tornando a canção uma homenagem à terra potiguar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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