
Canção da Terra
Pedro Munhoz
Justiça social e luta pela terra em “Canção da Terra”
Em “Canção da Terra”, Pedro Munhoz faz uma crítica direta à concentração de terras no Brasil ao comparar o "latifúndio" a um "inço", planta daninha que sufoca o que é cultivado. Essa metáfora evidencia a denúncia das desigualdades no campo e vai além de uma simples celebração da natureza. O verso “Sou Sem Terra, sou guerreiro / Co'a missão de semear” liga a música ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), mostrando o engajamento político do artista e sua defesa da reforma agrária como esperança e direito dos trabalhadores rurais.
A letra começa abordando a criação do mundo e destaca a Terra como fonte de vida e sustento. Em seguida, valoriza a rebeldia como força essencial para a luta social: “Fez por fim, então, a rebeldia / Que nos dá a garantia / Que nos leva a lutar / Pela Terra”. O termo “Madre Terra” reforça a ideia da terra como mãe e símbolo de esperança. Munhoz também critica o latifúndio e a ignorância, apontando para a necessidade de romper estruturas opressoras. Ao afirmar “Terra é de quem plantar”, a música resume sua mensagem principal: a terra deve pertencer a quem a cultiva, defendendo justiça social, sustentabilidade e a ligação do artista com movimentos populares.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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