
Companheira
Pedro Ortaça
Parceria e cultura gaúcha em “Companheira” de Pedro Ortaça
Em “Companheira”, Pedro Ortaça homenageia sua esposa, Rose Ortaça, transformando-a em símbolo da força e ternura presentes na cultura gaúcha. A letra é uma declaração pessoal de gratidão e admiração, mas também amplia esse sentimento ao conectar Rose à terra e às tradições missioneiras, especialmente no verso “Flor gaúcha, alma da querência”. Assim, ela representa não só a companheira do artista, mas também as mulheres do campo, reconhecidas por sua resiliência e afeto. O trecho “Fibra de mulher, doce paciência / Das sangas cruzando as canhadas” destaca a resistência e delicadeza dessas mulheres, além de fazer referência às dificuldades superadas juntos na vida rural.
A canção cria uma atmosfera acolhedora ao retratar detalhes do cotidiano, como “No jeito terno de servir o mate” e “Aquecendo nosso amor todos os dias / São seivas puras dos mates que cevamos”. O mate, símbolo de hospitalidade e união no Rio Grande do Sul, aparece como metáfora para o amor cultivado diariamente. Termos como “Caati-porã” (do tupi-guarani, “mato bonito”) e “Ivoti” (nome de cidade gaúcha de origem indígena) reforçam a ligação afetiva com a terra e a ancestralidade. A repetição de “companheira, que sonhei desde guri” revela a realização de um sonho de infância, tornando a homenagem ainda mais íntima. Assim, a música celebra a parceria, a construção familiar e a valorização das raízes culturais, sempre permeada por afeto e reconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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