
Desengano da Vista
Pedro Santos
Reflexão sobre vaidade e autoconhecimento em “Desengano da Vista”
“Desengano da Vista”, de Pedro Santos, aborda de forma direta a presença universal da vaidade. O refrão repetido — “Vaidade todo mundo tem / Quem disser que não tem vaidade, vaidade tem” — destaca que negar a própria vaidade é, na verdade, uma forma de reafirmá-la. Pedro Santos utiliza essa ironia para criticar como as pessoas costumam ter uma visão distorcida de si mesmas e dos outros, sugerindo que a autocrítica e a honestidade são atitudes raras.
A letra faz uso de imagens ligadas à visão para tratar de autoconhecimento. Trechos como “Desengano da vista é ver de perto / Quem de perto está vendo vê melhor” mostram que só uma observação honesta permite enxergar a realidade sem ilusões. Já o verso “Mas o caso pior de tudo isso / É quem nisto está visto e não se vê / Não se cala, não ouve, não se lê / Que a cegueira da crença leva a crer” aponta para quem, mesmo diante da verdade, permanece cego por suas próprias convicções. O termo “cegueira da crença” reforça a crítica à autoilusão e à dificuldade de enxergar além das aparências, um tema recorrente na obra de Pedro Santos, conhecido por questionar padrões e propor novas formas de pensar.
A música, assim, convida à reflexão sobre a importância da autocrítica e da humildade. A sonoridade experimental de Pedro Santos complementa essa mensagem, incentivando o ouvinte a escutar com atenção e a buscar enxergar além do superficial.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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