
Viola de Bandoleira / Sorriso Aberto
Péricles
Superação e alegria em “Viola de Bandoleira / Sorriso Aberto”
Na interpretação de Péricles, a união de “Viola de Bandoleira” e “Sorriso Aberto” mostra como o samba pode ser tanto um refúgio emocional quanto uma celebração da vida, mesmo em tempos difíceis. A primeira parte da música destaca a saudade de um amor distante e a tentativa de superá-la por meio da música e das viagens: “Andei, andei de violão em bandoleira / Com saudade da ribeira, terra do meu bem querer”. Já a segunda parte revela a transformação dessa tristeza em alegria, com o samba e seus instrumentos ajudando a afastar a melancolia: “Se não fosse o pandeiro o ganzá e o tamborim / Pra ajudar a marcar, meu tamborim”.
O convite à baiana para voltar ao Rio e participar do “pagode batido na palma da mão” reforça a ligação da letra com a cultura do samba carioca, mostrando como a música e a festa podem reacender paixões e fortalecer vínculos afetivos. Em “Sorriso Aberto”, a imagem do “malandro” que “balança mas não cai” representa a resiliência e o otimismo presentes no samba, indicando que, mesmo diante da tristeza, é possível manter o “sorriso aberto” e buscar o “alto astral”. Assim, a música valoriza a capacidade de transformar dor em alegria, usando o samba como ferramenta de resistência emocional e social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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