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Reflexão sobre tempo e dualidade em "Bajan" de Pescado Rabioso

"Bajan", do Pescado Rabioso, explora a passagem do tempo e a importância de viver o presente. A música utiliza imagens como o sol e a lua para representar a dualidade das emoções humanas. No verso “No te apures ya más, loco / Porque es entonces cuando las horas / Bajan” (Não se apresse mais, cara / Porque é então que as horas / Descem), Spinetta sugere que a ansiedade e a pressa tornam o tempo mais pesado e menos significativo, reforçando a necessidade de desacelerar e aproveitar o momento.

Metáforas como “el día es vidrio sin Sol” (o dia é vidro sem sol) e “la noche te oculta la voz” (a noite te oculta a voz) transmitem a sensação de vazio e silêncio que surge quando não se vive o agora. A repetição das imagens do sol e da lua, especialmente em “Y además vos que eres Sol / Despacio también podés hallar la Luna” (E além disso, você que é Sol / Devagar também pode encontrar a Lua), mostra que até pessoas enérgicas podem, ao desacelerar, descobrir seu lado mais introspectivo. O contexto histórico da canção, lançada em um período criativo intenso para Spinetta e posteriormente reinterpretada por Gustavo Cerati, reforça sua atemporalidade. A letra convida o ouvinte a aceitar as mudanças do tempo e buscar equilíbrio entre ação e contemplação.

Composição: Luis Alberto Spinetta. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Pepe e traduzida por Helena. Revisões por 4 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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