
Not Gonna Give It Up
Peter Tosh
Denúncia e resistência em "Not Gonna Give It Up" de Peter Tosh
Em "Not Gonna Give It Up", Peter Tosh faz uma crítica direta à exploração da África e à desigualdade enfrentada por seu povo. Ao dizer “Africa's the richest place / But it has the poorest race / And to me it's just a disgrace” (A África é o lugar mais rico / Mas tem a raça mais pobre / E para mim isso é uma vergonha), Tosh destaca a contradição entre a riqueza natural do continente e a pobreza de seus habitantes. Ele usa o termo “slave drivers” (capatazes de escravos) para se referir tanto aos colonizadores históricos quanto aos sistemas opressores modernos, como o apartheid, tema recorrente em sua carreira.
O refrão repetido “I'm not gonna give it up... I will be fighting / 'Til Africa, and Africans are free” (Não vou desistir... Vou lutar / Até que a África e os africanos sejam livres) mostra o compromisso de Tosh com a luta por liberdade e justiça. Ele convoca outros africanos a se unirem à resistência: “Africans don't wait too long / We gotta fight 'cause it's not wrong / Won't you join in and sing this song” (Africanos, não esperem muito / Temos que lutar porque não está errado / Você não vai se juntar e cantar esta música?). A música é, assim, um chamado coletivo à ação, reforçando a importância da união e da coragem para superar a opressão e conquistar a liberdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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