
No Sangue e No Suor
Petrúcio Amorim
Forró como identidade cultural em "No Sangue e No Suor"
"No Sangue e No Suor", de Petrúcio Amorim, mostra como o forró está profundamente ligado à vida e à identidade do povo nordestino. Ao dizer “meu forró tá na poeira, tá no sangue e no suor”, o artista destaca que o ritmo não se limita à música ou à dança, mas faz parte do cotidiano, do trabalho e da alegria das pessoas. O forró aparece em cenas do dia a dia, como no “rebolado da morena”, no “canto do curió” e no “calor da brincadeira”, mostrando que ele está presente tanto nas manifestações culturais quanto na natureza e nas relações humanas.
A letra também valoriza elementos típicos do Nordeste, como a rabeca, a costura do gibão e o pivô da carrapeta, reforçando que o forró está em objetos, profissões e tradições regionais. Quando Petrúcio Amorim afirma que o forró está “na fita do cinema, na revista, no teatro, tá na mesa, tá no prato que alimenta a poesia”, ele amplia o significado do ritmo, associando-o à arte, à cultura e até à alimentação. Assim, o forró é visto como algo que nutre e inspira o povo nordestino. Essa valorização das raízes e do orgulho regional é uma marca do trabalho de Petrúcio Amorim, que transforma o forró em um elo entre passado, presente e futuro da cultura nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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