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A La Misma Hora, En El Mismo Lugar

Pimpinela

Letra

Na Mesma Hora, No Mesmo Lugar

A La Misma Hora, En El Mismo Lugar

Lucía e Joaquín: Na mesma hora, no mesmo lugar,Lucía y Joaquín: A la misma hora en el mismo lugar,
Ele ia toda tarde pra vê-la passar,El iba cada tarde para verla pasar,
Ela abraçada com aquele homem,Ella abrazada con el hombre aquel,
E ele apaixonado por aquela mulher...Y él enamorado de esa mujer. . .
Na mesma hora, no mesmo lugar,A la misma hora en el mismo lugar,
Na mesma mesa e no mesmo bar,En la misma mesa y en el mismo bar,
Deixava o coração chorando por amor,Dejaba el corazón llorando por amor,
Por esse amor que tirava seu sono, sua vida e sua paz...Por ese amor que le quitaba el sueño, la vida y la paz. . .
E então, à noite, ele voltava pra casa,Y luego por la noche él volvía a casa,
Um beijo, uma carícia de quem o esperava,Un beso, una caricia de quien lo esperaba,
Sempre a mesma cobrança, seu olhar distante,Siempre el mismo reproche, su mirada ausente,
Sempre a imagem dela, dona de sua mente...Siempre la imagen de ella, dueña de su mente. . .
E então, mais uma vez, acordado na cama,Y luego otra vez, despierto en la cama,
Tentando esquecê-la, abraçado à sua almofada,Tratando de olvidarla, abrazado a su almohada,
De novo aquela pergunta: "me diz o que tá pegando?"De nuevo esa pregunta: "dime qué te pasa?"
E ele que responde: "nada, até amanhã..."Y él que le responde: "nada, hasta mañana. . . "
Na mesma hora, no mesmo lugar,A la misma hora en el mismo lugar,
Ele voltou naquela tarde pra vê-la passar,El volvió esa tarde para verla pasar,
Ela, como sempre, com aquele homem,Ella como siempre con el hombre aquel,
E ele que estava morrendo por aquela mulher...Y él que se moría por esa mujer. . .
Na mesma hora, no mesmo lugar,A la misma hora en el mismo lugar,
Na mesma mesa e no mesmo bar,En la misma mesa y en el mismo bar,
No final, ele escreveu uma carta de amor,Al final le escribió una carta de amor,
Com tudo que queria dizer e não teve coragem...Con lo que hubiera querido decirle y no se atrevió. . .
E então, à noite, ele voltava pra casa,Y luego por la noche él volvía a casa,
Um beijo, uma carícia de quem o esperava,Un beso, una caricia de quien lo esperaba,
Sempre a mesma cobrança, seu olhar distante,Siempre el mismo reproche, su mirada ausente,
Sempre a imagem dela, dona de sua mente...Siempre la imagen de ella dueña de su mente. . .
E naquela noite, em silêncio, saiu da cama,Y esa noche en silencio se fue de la cama,
Guardou numa mala o que lhe restava,Guardó en una maleta lo que le quedaba,
Deixou pra sua mulher a carta na almofada,Le puso a su mujer la carta en la almohada,
Pra aquele amor infiel, pra quem tanto amava...A ese amor infiel, a la que tanto amaba. . .
E foi embora devagar pra não voltar,Y se fue despacio para no volver,
Partiu na noite daquele domingo,Se marchó en la noche del domingo aquel,
Mas de vez em quando o viam passar,Pero cada tanto lo veían pasar,
Na mesma hora e no mesmo lugar...A la misma hora y en el mismo lugar. . .

Composição: Alejandro Vezzani / Joaquín Galán / Lucía Galán. Essa informação está errada? Nos avise.

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