
Descompasso do Compasso (Poesia Acústica #1)
Pineapple
Reflexões urbanas e vulnerabilidade em “Descompasso do Compasso (Poesia Acústica #1)”
Em “Descompasso do Compasso (Poesia Acústica #1)”, da Pineapple, a união do rap com uma base acústica cria um clima intimista que destaca o tom confessional das letras. Cada artista utiliza metáforas para expor inseguranças e dilemas pessoais, transformando vivências urbanas em poesia direta e sincera. Choice, por exemplo, revela como sonhos e expectativas podem se tornar armadilhas ao dizer “corrompido aos 17 anos pela ambição de planos”, e faz referência ao “homem-morcego” para abordar a figura paterna como alguém que carrega segredos e responsabilidades, numa alusão ao Batman.
Juyè expressa a sensação de deslocamento e a busca por pertencimento, usando imagens como “minha vida balança feito um barco a velejar” para ilustrar instabilidade emocional. A metáfora da “esgrima de suas palavras afiadas” representa o desafio de lidar com críticas e vulnerabilidades. Jean Tassy fala sobre manter a integridade, recusando-se a “subir pisando na mão” dos outros, e alerta para os perigos das mentiras, que podem atingir de forma inesperada. O refrão, “Pare o tempo, baby / Que hoje eu vou dançar contigo até o planeta congelar”, traz um desejo de escapar das preocupações e aproveitar o presente. O projeto “Poesia Acústica” se destaca por dar espaço a essas reflexões urbanas, tornando o rap mais acessível e emocional, sem perder sua força crítica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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