
L'ultimo Romantico
Pino Donaggio
Romantismo e resistência em "L'ultimo Romantico" de Pino Donaggio
"L'ultimo Romantico", de Pino Donaggio, destaca a resistência do protagonista diante de um mundo cada vez mais apressado e insensível. Ao afirmar “sono io l'ultimo romantico” (sou eu o último romântico), Donaggio se apresenta como alguém que valoriza gestos simples e sinceros, como dar uma flor ou sentir o tremor de uma mão. Esses pequenos sinais de afeto contrastam com a pressa e a indiferença da sociedade moderna, representada na letra pela imagem dos pombos que podem ser “calpestati per la fretta d'arrivare” (pisoteados pela pressa de chegar).
A música foi apresentada no Festival de Sanremo de 1971, e o histórico clássico de Donaggio reforça o tom nostálgico da canção. A melodia suave e tradicional serve para enfatizar a permanência dos sentimentos verdadeiros. As perguntas repetidas na letra – “Perchè, se una rosa è una rosa... io devo cambiare?” (Por que, se uma rosa é uma rosa... eu devo mudar?) – mostram a recusa do protagonista em abandonar valores antigos. Ele sugere que, assim como o mar, o céu, o sol e o vento permanecem os mesmos, o amor também deveria ser imutável, mesmo diante das mudanças do tempo. Assim, a música celebra o romantismo e questiona a necessidade de se adaptar a um mundo que muitas vezes despreza a emoção e a ternura, defendendo a beleza dos sentimentos autênticos como algo essencial e atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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