
Fi de Rapariga
Luan Piseiro Do Barão
Preconceito e exclusão social em “Fi de Rapariga”
Em “Fi de Rapariga”, Luan Piseiro Do Barão aborda de forma direta o preconceito enfrentado por filhos de mulheres que trabalham em cabarés. A repetição da expressão “fi de rapariga” escancara o estigma social que recai sobre essas famílias, mostrando como a identidade da criança é reduzida à profissão da mãe. O protagonista da música expressa claramente seu desconforto e dúvida sobre assumir a paternidade, afirmando: “de pai não vai me chamar” até que um teste de DNA, como os exibidos no programa do Ratinho, comprove a verdade. Essa referência ao “Ratinho” aproxima a música do cotidiano brasileiro, onde questões familiares são frequentemente expostas de forma sensacionalista na mídia.
O verso “mulher de cabaré se deita com todo mundo, como é que esse cara vai ganhar meu sobrenome?” revela o conflito entre o desejo de preservar a honra e o preconceito internalizado. A letra evidencia a vulnerabilidade tanto da mãe quanto da criança diante do julgamento coletivo, mostrando como o estigma social pode atravessar gerações e afetar profundamente as relações familiares. Apesar do tom descontraído e popular, a música traz à tona a dor e a dúvida de quem vive à margem, destacando o impacto do preconceito e da exclusão social no cotidiano dessas pessoas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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