
É Isso Que Eu Tenho No Sangue
Planet Hemp
Identidade e resistência cultural em “É Isso Que Eu Tenho No Sangue”
A música “É Isso Que Eu Tenho No Sangue”, do Planet Hemp, destaca o hip-hop como uma expressão de identidade e resistência cultural. Logo no início, a letra faz referência ao samba-funk e aos bairros cariocas Andaraí e Lapa, mostrando a mistura de influências e a valorização das raízes urbanas do grupo. As menções a Jorge Ben e Martinho da Vila reforçam a conexão com a música brasileira e a ideia de fusão de estilos, enquanto o verso “O som nasceu no Andaraí e se criou na Lapa” evidencia a importância da vivência nas ruas e da diversidade cultural na trajetória do Planet Hemp.
O refrão repetido “Hip Hop é o ar que eu respiro” deixa claro que o hip-hop é essencial para os integrantes, indo além de moda ou tendência. O trecho “A sabedoria de quem não precisa resolver mais no tiro” aponta para a superação da violência por meio da arte e da criatividade. Ao citar os quatro elementos do hip-hop (DJ, B-boy, MC, Grafiteiro), a letra reafirma o compromisso com a cultura de rua e a autenticidade, rejeitando imitações, como em “Respeito os verdadeiros, não xerox de MCs”. A crítica à indústria do entretenimento aparece ao contrastar a luta dos artistas de rua com quem “rebola a bunda na TV como prostitutas”, questionando valores e prioridades sociais. Por fim, a mistura de “sampler e pandeiro” simboliza o hip-hop brasileiro, que incorpora elementos locais para criar algo único, reafirmando o orgulho de ter essa cultura “no sangue”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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