
500 Anos Depois
Planta e Raiz
Reflexão histórica e ambiental em "500 Anos Depois"
"500 Anos Depois", do Planta e Raiz, destaca o contraste entre o respeito dos povos originários pela natureza e a destruição trazida pelos colonizadores. A letra faz referência direta a divindades indígenas, como o "Deus do trovão" e o "Deus sol", para mostrar a forte ligação espiritual e prática desses povos com o meio ambiente. O verso “De um povo respeitador das leis da natureza / Não matam nem uma flor!” reforça a ideia de que, antes da colonização, havia equilíbrio e harmonia entre humanos e natureza, rompidos com a chegada dos europeus.
O contraste se aprofunda quando a música descreve a chegada dos colonizadores: “E sai embarcação pra imensidão do mar / E a tripulação, sem saber se vai chegar / Junto a esperteza de um povo negociador / Destruidor da natureza / Não planta nem uma flor”. Aqui, a letra critica a exploração, a violência e a ganância dos colonizadores, que desrespeitaram tanto os povos indígenas quanto o meio ambiente. No final, a música aborda as consequências desse processo, destacando a luta por justiça: “Lutando por justiça / Esse povo explorado / Na certeza um dia vai / Encontrar a salvação”. A menção à “maldita babilônia” faz referência à opressão do sistema, um conceito comum no reggae, simbolizando a sociedade desigual. Assim, a música propõe uma reflexão sobre o passado e o presente, incentivando consciência social e respeito à natureza como caminhos para a paz.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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