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    Ironia e crítica social em “Kafé” de Plastique Noir

    Em “Kafé”, a banda Plastique Noir utiliza ironia para abordar temas atuais e provocar reflexão. A oposição entre “cafeína” e “cloroquina” vai além do humor: ao repetir “Quero cafeína, não quero cloroquina”, o grupo critica diretamente a medicalização sem base científica e a desinformação que marcaram a pandemia de COVID-19. O café, algo cotidiano e inofensivo, é usado como contraponto ao medicamento controverso, tornando a crítica mais acessível e leve.

    A música também desconstrói estereótipos da subcultura gótica. No verso “Dark que é dark bebe mesmo é café, que até preto é”, Plastique Noir brinca com a ideia de que góticos só consomem vinho, reforçando o café como símbolo de autenticidade e pertencimento. O trocadilho com a cor preta une o café ao visual gótico, ampliando o sentido de identidade. Além disso, versos como “Playboy de merda não tem sangue no olho” e “O sistema me deixa nervoso” trazem críticas sociais, denunciando a apatia da elite e o desconforto diante das injustiças. Assim, “Kafé” mistura ironia, crítica social e afirmação de identidade, usando o café como fio condutor para questionar padrões e provocar o ouvinte.

    O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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